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O TRINTA E QUATRO TEM MUITO DELE

por BENFICA365, em 21.05.15

Pretendo chegar aos Benfiquistas ateus, aos agnósticos do nosso técnico Jesus.

È pena  alguns Benfiquistas não sentirem a mesma alegria que a maioria só porque as nossas vitórias têm caras. Este título tem muito de nosso , nós adeptos estivemos à altura do desafio, tem muito dos nossos jogadores, do Presidente Luís Filipe Vieira , mas têm muito mais do nosso técnico Jorge Jesus.

E estou à vontade, por naquele fatidico fim de época 2012/2013, estava inflexível no que diz respeito à permanência do Jorge Jesus no Benfica. Por muito que legitimasse  valor ao nosso técnico as feridas tinham tostado por completo a minha serenidade e minha capacidade de raciocinio. O coração sobreponha à razão.

 

Digo que o trinta e quatro têm muito de Jorge Jesus, porque ele foi capaz de fazer a diferença. Pelo menos caros ateus e agnósticos reconheçam isso. Jorge Jesus não têm que ser o nosso melhor amigo, não têm que pagar-nos um café, Jorge Jesus tem mas é que ser capaz de liderar o Benfica rumo a conquistas, focado em alcançar títulos, focado em engrandecer em agingantar o palmarés e a  história do nosso clube. A embelezar o Cosme Damião com taças e mais taças. E com virtudes e defeitos ( que os têm e sempre que posso aponto-os, isso não perdoo), com a sua destreza , lá do  jeito dele, ele vai enriquecendo o nosso palmarés. 

Se fosse fácil ser bi-campeão não esperavamos trinta e um anos, se fosse fácil Jorge Jesus não seria o primeiro técnico português ao serviço do Benfica a alcançar tal feito, se fosse fácil ser bi-campeão em 111 anos de história deveriamos alcançar tal feito muitas mais vezes do que apenas as 8 ou 9 vezes.que vigoram no nosso palmarés.

 

O trinta e quatro tem muito de Jorge Jesus, relembro a pré-época onde observadores, comentaristas, os rivais formalizaram desde logo o nosso funeral . E caros ateus e agnósticos se acreditaram ou pior chegaram também a formalizar o funeral, agora reconheçam o "milagre da vida" do Jorge Jesus.

Superar a assustadora, terrivel e apocalíptica pré época acredito que não tenha sido tarefa fácil. Primeiro conduziram-nos à discussão de factores externos à equipa. O binónimo Vieira / BES fez correr muita tinta e aclamação de diversas teorias de brandar aos céus. De seguida exponham  a fraca qualidade do plantel do Benfica. O modo como o Benfica se apresentou na Emirates Cup onde foi banalizado e vulgarizado ( claro que não gostei) foi demasiado festejado e aplaudido pelos nossos rivais e pela comunicação social. O detentor do triplete perdia o titulo de campeão de pré época. A coisa ficava pior quando todos os dias  ao covil da agremiação a armada espanhola era reforçada em número e em qualidade. Se acreditaram na pole position lagarta, tenho muita pena mas tudo tem limites, em todo o caso se "acarditaram", só serve  caros ateus e agnósticos para somar ainda mais pontos a favor do Jorge Jesus.

Se a armada espanhola dava garantias de um "dream team", do nosso lado Oblak, Garay, Siqueira, Cardozo, Rodrigo, Markovic, André Gomes (espero não estar a esquecer-me de alguém) partiram.  O desespero era tanto que até as saídas do promissor Bernardo Silva, do Cancelo e do Cavaleiro serviram de arma de arremesso contra Jorge Jesus. Estava projectada uma tragédia.

Os que chegavam, vinham todos com defeito. Júlio César, Eliseu, Talisca, Samaris, Jonas.

Os que cá estavam não davam garantias para ser alternativas às saídas. Jardel , André Almeida, Pizzi e Ola John à cabeça.

 Alguns tardiamente seriam opções Fejsa, Sílvio, Ruben Amorim ( lesão à 2ª jornada).

Em resumo a equipa mais fraca da era Jorge Jesus.  Ainda assim deu para ganhar nos penaltys a Supertaça. O POKER!

Aos poucos Jorge Jesus com destreza ia evitando a tragédia. A equipa ganhava e dava sinais de ser uma equipa competitiva. Ainda não reconhecem méritos a Jorge Jesus?

 

Chegavamos à 5ª Jornada  instalados no 1º lugar. A equipa continuava a ganhar, então iniciou-se uma nojenta e falsa conotação ao nosso 1º lugar . O rótulo do colinho. O grémio de contumil no seu melhor, onde melhor joga. Nos bastidores, fora de campo. Mas aqui entramos nós os adeptos, super hiper mega motivados.  A par disso sempre com astúcia corrupta lançavam cobardes ataques na imprensa aos nossos jogadores, Artur que o diga. O rótulo do colinho não chegava, e com a mesma sagacidade sobejamente tão conhecida de Contumil aceleraram outra teoria a pressão do 1º lugar. E quase, mesmo quase logravam com ela ( a teoria), por uns incriveis e míseros sete minutinhos do fim em Alvalade com olés e tudo pelo meio e 90 minutos antes do  ínicio do jogo  frente ao grémio de Contumil na Luz, perdemos o primeiro lugar, sem nunca sermos ultrapassados. Há com cada coisa...lembrou-me que para além da pressão de estarmos em 1º lugar , resolvemos não pagar a factura de Munique, de onde vinham os porcos de Contumil cheios de motivação (após enfardarem seis bolas no anûs) para enfrentar o Glorioso. Ainda bem que tivemos medo!

A juntar a tudo isto, desde a 5ª jornada e jornada após jornada um fétido basco tinha livre trânsito para grunhir e pressionar a arbitragem  nos jogos do Benfica. A Liga e seus pares valorizavam sempre as fichas que o fétido basco resolvia jogar  todas as semanas .

Às fichas do cabeçudo do basco, juntavam-se às centenas outros cabeçudos que tem como objectivo criar casos e polémicas que envolvam o Benfica e todo o seu universo.  Miseráveis  almas iluminadas mas caridosas e desesperadas por atenção. Vendendo-se a troco de pouca coisa. Cada qual com a sua asquerosa Liga da Verdade, cada qual com a  incumbência de grunhir em nome da causa corrupta mais para o fim até ventos da Austrália sopraram.   Da terras de sua Majestade Isabel II chegavam sempre saudações cordiais do "zé", tudo por causa da obra do "Dartacão". E a delirante obrigação do Benfica ser a única equipa do mundo a jogar melhor fora de portas do que em casa. A imposição das imposições.

Foi muita peça, muita matéria, muita tese, muita ideia, muito porco cabeçudo contra o Benfica.

 

Portanto foi num ambiente hostil, conspurcado, porcalhão, fétido, repleto e mesclado de minas e armadilhas que Jorge Jesus soube ser líder. Trancou o balneário, foi a  única face visível do grupo. Soube motivar e liderar o plantel rumo ao  trinta e quatro. Foi capaz de transmitir a sua mensagem e obter o máximo de cada um dos seus jogadores. Isto é ou não  é de treinador!? Caros ateus e agnósticos , por muito que não queiram as evidências são estas. Já me esquecia Enzo quis ser campeão pelo Benfica mas no Valência e partiu. Mais pontos para Jorge Jesus.

 

Jorge Jesus ainda teve o condão de reaproximar os adeptos à equipa de futebol, uma relação que nem sempre foi fácil no Benfica. Ao longo da época Jorge Jesus projectou  desempregados, despertou velhotes,  magnitude a suplentes, notabilidade a inadaptados, estima a gordos e a franzinos, benção aos mal amados e desprezados. Jorge Jesus manteve a equipa de pé, mesmo ( pontualmente)  "perdendo" jogadores importantes por lesão. Rubén Amorim, Eliseu, Júlio César, Luisão, Gaitan 2X, Sálvio 2X, a equipa não se desligou apesar das ausências. È ou não è de treinador?

Formou um grupo coeso e competitivo capaz de lutar pelo título e só surpreendeu quem andava a dormir, quem andava a prostituir-se intelectualmente, ou alguém que do alto da sua bazófia basca pensou que isto em Portugal ganhar campeonatos é fácil, ou assim foi-lhe prometido pela organização corrupta de contumil de tão habituada que está a penhorar campeonatos em troca de quinhentinhos , putedo e frutas diversas.  Jorge Jesus furou-lhe as contas


Credibilidade e aceitação é tudo o que peço caros agnósticos, o trinta e quatro tem muito de Jorge Jesus.
   

Eternamente Sport Lisboa e Benfica

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publicado às 01:05


1 comentário

De Anónimo a 21.05.2015 às 11:17

Muito confortáveis a jogar de oito em oito dias.. qualquer um fazia o mesmo.

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