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O treinador da Académica ao longo da semana prometeu que a sua equipa ia dar tudo dentro de campo frente ao Bi-campeão Nacional. Prometeu que a sua equipa ia "morrer dentro de campo" na busca de pontos.

Aqui nada de novo, é da praxe, são frases usadas e vezadas por todos os intervenientes (presidentes, dirigentes, técnicos, jogadores, adeptos, etc.) desta Liga sempre que enfrentam o Benfica.

Na teoria "morrer dentro de campo" é dar o máximo de si, é lutar até a exaustão, é não desistir, é não virar a cara à luta.

Na prática para o treinador da Académica "morrer dentro de campo" é dar instruções aos seus jogadores  para fingirem-se de "mortos" em campo. Uma táctica suja, sem categoria e carregada de muito embuste.

 

Os jogadores da Académica, com destaque para o seu guarda-redes trigueira abusaram e ridicularizaram as "milhares de vezes" que fingiram estar mortos, passaram mais tempo deitados no relvado com perdas de tempo do que de pé a lutar até a "morte".

Abusaram e ridicularizaram o anti-jogo, o anti-futebol. Neste aspecto foi um (anti)jogo intenso e desgastante a nível psicológico para os nossos técnicos, para os nossos jogadores, para quem deslocou-se ao Estádio e pagou bilhete e para quem assistiu ao jogo pela transmissão televisiva.

Só espero que a postura de "fingir" a morte" dentro de campo, saia premiada com o respectivo funeral: a descida de divisão. A  instituição Académica pode até não merecer,  mas quem tem figurinhas, figurantes e figurões na sua presidência como josé eduardo simões aliado do corrupto ilibado, fica mais perto de sair premiado com o devido castigo. Este pelo menos é o meu desejo: saltem prá segunda, lá estarão melhores e regressem com outro presidente.

 

Está lá um Juíz, (ou pelo menos ditam assim normas), para aplicar as leis do jogo. Para além de aplicar as leis, o juíz deve ter a capacidade de analisar o que cerca / cercou a partida, assim como o juíz deve ter a capacidade de análisar (também), ao longo da partida tudo o que seja anti natura do futebol.

O Juíz deve intervir na defesa do futebol, não deve permitir o anti-jogo, deve ter a capacidade de avaliar a situação e agir em conformidade. Mas logo, ao primeiro sinal. Contudo acontece ( e o Capela não é um caso isolado) precisamente o reverso: o Juíz torna-se acérrimo defensor do anti-jogo com o seu (não) tenaz apito. O Juíz tem por norma defender o não espectáculo. È frustante!

 

Ontem um bom Juíz, após fazer uma análise ponderada do que se passou ao longo de todo o encontro, chegado ao tempo de compensação não premiava uma equipa que não quis saber de jogar, que não quis ganhar, que estava constantemente a simular a "morte" dos seus jogadores, que deu instruções aos meninos apanha bolas para retardar a reposição/entrega da bola, com seis minutos ( e mais alguns ) de compensação. Premiar quem premiou o anti-jogo...não faz sentido! Punir sim, faz sentido!

Pela defesa do futebol e dos seus adeptos essa equipa já estava com o resultado que lutou ao de toda uma partida: a derrota. Essa equipa não merecia o abono e honra de qualquer minuto, digo segundo(!) adicional aos 90´ regulamentares.

Ser Juíz de um encontro de futebol, é muito mais que colocar o mero apito na boca e apitar as infracções às leis do jogo. Dai uma das diferenças entre Juíz e Boi.

 

Eternamente Sport Lisboa e Benfica

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publicado às 09:11


13 comentários

De Admirador do Isaías a 11.04.2016 às 11:39

Caríssimo Benfica365,

Não posso estar mais de acordo.

Por se reconhecer que uma boa fatia das equipas da Primeira Liga NÃO TÊM FUTEBOL para jogar olhos nos olhos sequer com equipas do meio da tabela para cima, é que defendo, há muito, uma redução drástica de clubes na Primeira Liga. 12, no máximo, com 10 como ideal.

Com 10, ter-se-iam 36 jogos em quatro voltas. Ter-se-iam quatro derbies e quatro clássicos. Ter-se-ia, também, apenas as equipas capazes de jogar futebol com os melhores a actuar em Portugal.

O anti-jogo não aparece nestas equipas SOMENTE contra os grandes, aparece mesmo com equipas de meio da tabela, quando se apanham em vantagem. Isto não tem lugar no futebol de elite, nem valoriza o nosso campeonato, ainda para mais num país pequeno de dimensão e de economia como o nosso.

Restruture-se a Primeira Liga com uma redução drástica, restruture-se a Segunda Liga com dois grupos e deixe-se apenas os melhores actuar entre os melhores: e não falo só de equipas, não! Qualidade dos relvados deve ser regulamentada, bem como aspectos relativos ao conforto dos estádios.

Olhe para as últimas 6 equipas da tabela e diga-me: vê futebol de Primeira aí?

Cumprimentos,
Isaías

De BENFICA365 a 11.04.2016 às 12:05

Caro Isaías:
Em relação á sua pergunta (6 últimos classificados) a resposta é não. Mas o Setúbal da primeira volta apresentava um bom futebol, eventualmente as saídas de Suk e do Rúben Semedo em Janeiro podem justificar o decréscimo exibicional/ pontual do Vitória.
Seja como for não quero é que nos F.... na Segunda- Feira.

Partilho da sua ideia, já muito que também entre os meus defendo uma "Liga à Escocesa", se me faço entender.
Porque o nosso futebol bateu no fundo, e só os superalimentados da FPF, da Liga de Clubes, APAFS, etc de tão presunçosos, vaidosos, que estám prá lá só para o show off, para a puta da fotografia, e que continuam a assobiar para o lado e alimentar pobrezas franciscanas nos nossos estádios.

Tinhamos assunto para milhares de linhas...
Relvados, disciplina/castigos federativos, salários em atraso, preços dos bilhetes, condições dos estádios, etc etc...

Saudações Gloriosas.


De Admirador do Isaías a 11.04.2016 às 13:38

Exacto, caro Benfica365!

Mas note que ter futebol para este nível implica ter um plantel capaz de aguentar uma época inteira, mesmo com uma ou outra saída. Mais: implica que há condições (pelo "bolo" ser a dividir por menos) de aguentar os jogadores mais importantes pelo menos até ao fim da época e não sairem por tuta e meia. E não me venham dizer que o bolo seria menor se não tivéssemos equipas de anti-jogo e pontinho na Liga, pois é fácil perceber que é parco o público que tem esse tipo de futebol (no estádio e na TV).

Nesse aspecto, dos jogadores sairem a meio do campeonato, a UEFA é culpada, pois acho que o "mercado de inverno" é uma imbecilidade que só inclina os campeonatos para o lado dos mais endinheirados. O plantel define-se até Agosto/Setembro. A partir daí, só deviam poder entrar dos júniores ou equipa B.

Só que estamos aqui a falar de futebol "puro", organização com vista ao melhor do desporto, o que não é, propriamente, o melhor para quem dele vive. Quantas negociatas há nos clubes "à rasca" com comissões de transferência de jogadores e empréstimos, por exemplo? Pode ser pouco por unidade, mas grão ao grão...

Cumprimentos,
Isaías

De Palavras_aovento@sapo.pt a 10.04.2016 às 12:49

Não aconteceu nenhuma morte em campo respectivamente aos jogadores da Académica, mas as simulações de quase morte dos atletas da Académica foi ridículo, e muito feio de se ver. Fair pLay? Where?! Carrega Benfica contra tudo e contra todos! Faltam 5 finais! Sempre Presentes!

De BENFICA365 a 10.04.2016 às 13:12

Meu caro:
Pior que o anti-jogo da Académica é quem premeia esse mesmo tipo de jogo, com velhos clichés: argumentos de gente que diz defender o futebol espéctaculo
"quem não tem cão, caça com gato"
"cada qual usa as ferramentas que tem"
" a culpa é da equipa x que não foi capaz de desmontar uma boa organização (?) da equipa y".

Pior que o anti-jogo da Académica é quem premeia com a sua actuação esse tipo de jogo: os árbitros.
Cúmplices e serenos. Tens as ferramentas para evitar, mas fazem o reverso.

Depois admirem-se os estádios vazios!
Saudações Gloriosas.

De Palavras_aovento@sapo.pt a 10.04.2016 às 15:25

E O Capela é Sportinguista, mas a cima de tudo deveria é ser Profissional, O Capela é Useiro e Abuseiro nesses jogos com o Benfica!

De BENFICA365 a 10.04.2016 às 15:32

Meu caro:
Ontem foi o Capela, mas friso que Capela infelizmente não é um caso isolado neste tipo de pacto com o anti-jogo.
De uma forma geral, não consigo isolar sequer um único arbitro dessa matriz.
Os jogadores também o sabem, e daí o abuso. Onde tudo é permitido ao anti-futebol é normalíssimo o constante abuso dos intervenientes em campo.
De uma forma geral assistimos a isto também nos jogos dos nossos adversários directos.
E é isso que me revolta, o anti jogo praticado por cerca de 70 a 80% das equipas do 1º escalão.

Saudações Gloriosas

De Anónimo a 10.04.2016 às 17:16

Não podia dizer melhor. ☺ Saudações Gloriosas!

De Manuel a 10.04.2016 às 12:13

Pode entendr-se toda a revolta com o anti jogo produzido pela AAC mas eles apanharam-se a ganhar e mais intensificaram o anti jogo.O árbitro pouco pode fazer pois há Regras e estas não fazem ter como se consegue combater os jogadores estarem sempre no chão a pedir apoio médico. BASTA ALTERAR-SE A LEI DAS DE SE PEDIR AJUDA MÉDICA.QUEM PEDIR FICA 5 MINUTOS FORA DE CAMPO CRONOMETRADOS PELO 4º ÁRBITRO.

De BENFICA365 a 10.04.2016 às 13:03

Caro Manuel:
O trabalho de um Juiz nunca é ou será fácil.
Mas existem outras ferramentas para além das regras / leis instituídas que um Juiz deve possuir que o ajudem a conduzir / liderar uma partida de futebol.
Primeiro deve ter uma personalidade vincada e sensibilidade para analisar as situações.
È fácil entender quando uma equipa está na iminência e na vontade da prática do anti-jogo.
Os sinais estão todos lá:
a demora excessiva para bater livres, pontapés de baliza...ontem na 1ª parte demoraram 28´s para bater um pontapé de baliza; simples cartão amarelo. Não é preciso esperar para os 80´/ 90 ´minutos das partidas
a demora excessiva para repor a bola em jogo nos lançamentos laterais;
o abuso excessivo dos "seis segundos" que um Guarda-Redes tem para repor a bola em jogo..."tou" e quero ver um Juiz que faça cumprir essa regra;
Constantemente a solicitar assistência médica,etc, etc...

Não concordo com a punição que sugere, uma vez ou outra, ou mais, irá pagar o justo pelo pecador,
cabe ao Juíz ser justo e atribuir uma "penalização" em termos de tempo extra.
Por exemplo quantos jogadores ou vezes ainda durante a 1ª parte foram assistidos os jogadores da Académica. Contabilize o tempo por exemplo que o Gr esteve a ser assistido após um lance com o Mitroglou...Capela no entanto só deu 1 minuto de desconto.

Depois não se espantem com esta pobreza franciscana, os adeptos não encherem os estádios.
Se serve de exemplo observe o fenómeno da Liga Inglesa, onde TODOS (dirigentes federativos, dirigentes dos clubes, treinadores, jogadores, adeptos) protegem e "vendem" um grande espectáculo.
O lema passa muito por pode-se não ter a melhor equipa, mas os jogadores vão "morrer dentro de campo" pelo melhor resultado.

Saudações Gloriosas.

De Águia Preocupada a 10.04.2016 às 17:33

Ora aqui está! Há muitos anos - ainda no antigo estádio - eu dava a opinião que o jogador que pede assistência deveria estar fora de campo 5 minutos! Com uma lei como esta, o jogo seria mais interessante e sobretudo mais verdadeiro!

De Anónimo a 10.04.2016 às 11:45

Tudo muito bonito mas...

De philippe a 10.04.2016 às 09:41

Nao podia estar mais de acordo:
- académica para a segunda, anti-jogo vergonhoso como se se tratasse da final da champions (era so ver a cara deles no final do jogo! pois o prémio das malas là se foi...)
-capela muito manhoso à ir na cantiga dos comediantes e ainda por cima dar mais de 7 minutos de tempo de compensaçao, com livres perigosos à pedido para a baliza do Glorioso nos ultimos minutos

é assim que se fazem resultados no futebolês, ainda bem que somos fortes tecnicamente, tacticamente e psiquologicamente!!!

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